A Guarda Civil Municipal (GCM) de São José do Rio Preto passou a contar com um moderno estande de simulação de tiros, tecnologia que aproxima o treinamento dos agentes das situações encontradas no cotidiano da atividade policial.
O equipamento integra o processo de formação e aperfeiçoamento da corporação, permitindo a realização de exercícios em ambiente controlado, com maior segurança e redução de custos operacionais.

“O sistema utiliza a mesma arma empregada pelos guardas durante o serviço, conectada a um mecanismo de ar comprimido que reproduz a sensação física do disparo. Associado a um software e a um sistema de projeção, o simulador permite criar diferentes cenários de treinamento, desde atividades em estandes de tiro até ocorrências complexas que exigem tomada rápida de decisão”, explica o subcomandante Márcio Martino.
Entre as possibilidades estão simulações de invasões a escolas, abordagens de suspeitos armados e outras situações críticas que podem ser enfrentadas pelos agentes durante o trabalho nas ruas.
De acordo com o inspetor Sartori, instrutor responsável pela capacitação, a ferramenta representa um importante avanço na preparação dos guardas municipais.

“O simulador é uma ferramenta que chega muito próximo da realidade. O guarda utiliza o mesmo equipamento que vai empregar no dia a dia e pode treinar em cenários semelhantes aos que encontrará nas ocorrências. Isso proporciona mais preparo, mais segurança e mais confiança para a atuação operacional”, afirma.
A novidade ganha ainda mais relevância diante da formação de cerca de 150 novos guardas civis municipais, que, em momento oportuno, passarão pelo treinamento virtual antes de avançarem para os exercícios com munição real em estandes controlados.
Segundo Sartori, o simulador permite que os agentes desenvolvam habilidades técnicas e emocionais necessárias para a atividade policial, reduzindo riscos e aprimorando a capacidade de resposta diante de situações de crise.
“O treinamento com arma de fogo é tratado com muita responsabilidade. Nosso objetivo é preparar o agente para proteger a própria equipe e a população. O uso da arma é sempre o último recurso, mas, quando necessário, o profissional precisa estar tecnicamente preparado para agir da forma correta”, destaca.
Antes de terem porte e posse das armas, todos os guardas passam por avaliação psicológica, além de rigoroso com aulas teóricas e práticas. O armamento institucional do efetivo corrobora com o fortalecimento das forças de segurança.
Esta iniciativa contempla os itens 11 e 16 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Cidades e Comunidades Sustentáveis (11) e Paz, Justiça e Instituições Eficazes (16). Conheça a Agenda 2030: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs
